cultura maker

tecnologia, arte e ativismo urbano!!!

Tecnologia como ferramenta e usada de forma criativa! 1 Workshop de Arduino + 1 Workshop de Ativismo urbano + 1 Workshop de Processo Criativo. Prototipação  e instalação de um artefato idealizado e construído pelos participantes do laboratório.

Com uma proposta de hackear um espaço urbano através da formação de um coletivo temporário o Laboratório Hackerativista Urbano teve sua primeira edição no espaço Translab, em Porto Alegre e aconteceu nos dias 13, 20, 27, 31 de maio e 03 de junho.

Durante os encontros foram introduzidos temas complexos e conduziram processos onde um coletivo temporário formado por 16 pessoas das mais diversas áreas de atuação, co criou uma instalação que uniu conceitos de programação, hardware e software livres + ativismo, urbanismo tático e placemaking, com o objetivo de ajudar no processo de ativação do entorno de um Viaduto na região central de Porto Alegre.

Durante o workshop de programação, pude introduzir conceitos de Cultura Maker, programação e eletrônica utilizando a plataforma Arduino. Nessa etapa tivemos o apoio da GBK Robotics e da Usina Info que nos apoiaram cedendo material para a oficina de Arduino além de descontos para que o coletivo pudesse comprar parte dos equipamentos que foram usados.

Durante os workshops de ativismo urbano e processo criativo, foram escolhidos o espaço e idealizada a intervenção. O grupo idealizou uma intervenção no espaço público que fosse útil, lúdica e que gerasse alguns dados para questionamentos e diálogos futuros sobre a passagem que, apesar do descaso da Administração Pública, é bastante utilizada pelos pedestres da região.

Uma passagem estreita entre a parte elevada de um viaduto e o alinhamento das três fachadas – a de uma edificação histórica (aparentemente abandonada), a de um condomínio residencial e a de um conjunto residencial e comercial (recentemente reformado) é o local da intervenção.

Esta localização possui um grande valor social para a chamada cena underground da cidade, onde acontecem uma série de atividades de interesse cultural, como festas, shows, feiras, atos políticos e eventos esportivos, sempre convivendo com a população em situação de rua que é residente do baixio do viaduto e do entorno do largo. A região é a intersecção do Centro Histórico com a Cidade Baixa, além de estar ao lado do Campus Central da UFRGS e de todo o complexo dos hospitais da Santa Casa.

Primeira Turma do Laboratório Hackerativista Urbano: Alessandra Guglieri (produtora), Caroline Gallicchio, Clarissa Cardoso, Daniel Hartmann, Eduardo Saavedra, Fausto Isolan, Guilherme Souza, Gustavo Pflugseder, Gustavo Saibelman, Leonardo Brawl Márquez (Facilitador), Letícia Cecagno, Marcela Santos (Facilitadora), Marco Antônio da Rocha, Marta Montagnana, Matheus Schmidt, Thiago Druciaki.

Apoio: TransLAB.URB, Placemaking Brasil, GBK Robotics, UsinaInfo, Bugio Discos e Novetrês.

E é com muita alegria que anunciamos a segunda edição do Laboratório Hackerativista Urbano, que já tem datas marcadas e em breve teremos mais informações. E ae, bora hackear a cidade?!!!

PS.: Texto escrito em parceria com Leonardo Brawl

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