cultura maker

prototipar: do abstrato ao físico o mais rápido possível

Uma coisa bastante escassa na atual economia é o tempo, o tempo entre ter uma ideia e colocá-la no mercado se torna cada vez mais um ponto crucial entre o sucesso e o insucesso de uma determinado produto.

Nesse sentido, a prototipagem tem se tornado ferramenta de extrema importância em ambientes de inovação tanto para criação ou atualização de produtos.

Prototipar é tangibilizar uma ideia, a passagem do abstrato para o físico de forma a representar a realidade – mesmo que simplificada – e propiciar validações.” (Fonte: Livro Design Thinking – Inovação em Negócio)

Em outras palavras, é tirar a ideia do campo abstrato, colocando ela de forma que possa ser validada e/ou testada em um ambiente controlado ou não, com qualquer usuário ou com o usuário final a que o produto se destina.

“Validar é o mecanismo ou a atividade usada pela organização para assegurar que um processo cuja saída não é totalmente verificável seja capaz de fornecer de forma constante produtos que atendam às especificações.”(Fonte: Livro Design Thinking – Inovação em Negócio)

A natureza dos protótipos podem variar de acordo com o segmento no qual a empresa atua e o tipo de produto que precisa ser validado. Assim ele pode pode ser tanto um protótipo feito de papel, um modelo em volume, uma encenação do serviço ou uma storyboard.

Além disso os protótipos podem variar quanto a sua fidelidade: o quanto mais próximo o protótipo está da solução final. E também quanto a contextualidade, que leva em consideração onde os testes e validações do protótipo serão feitas e qual será o público.

E por que eu estou falando sobre isso aqui na jornada? Bom, prototipar é uma das práticas da cultura maker que mais podem ajudar nos mais diversos ambientes e usado nas mais diferentes etapas de um projeto.

‘Makers’ prototipam em todas as etapas de um projeto: desde o conceito até a pré-industrialização. (artigo da Heloisa Neves)

Algumas ferramentas que podem ser utilizadas no processo de prototipação: papel, peças lego, kit Easy Blocks, kit Little Bits, alguns tecnológicos e outros não mas nenhum desses requer conhecimento de por exemplo, programação. A ideia é realmente tirar a ideia do campo abstrato e levá-la a um universo que pode ser tocada e testada em um espaço de tempo relativamente curto!!!

E  você já usou o processo de prototipação em sala de aula ou na sua empresa? Me conta ai como foi sua experiência.

Quer facilitar um ambiente de prototipação na sua empresa? Desenvolver habilidades e técnicas para facilitar em um ambiente colaborativo? Dá uma olhada nesse curso que eu junto com a Annelise Gripp preparamos!!

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