cultura maker

começando um espaço maker

Nos últimos dias eu tive a oportunidade de conversar com uma galera criativa, interessada e cheia de energia, seja no bate papo com o pessoal da Escola de Ensino Médio do SESI ou com a galera da #RedeMarista que participou de um dos MakeDays da Maratona Maker da Intel.

Nos dois momentos deu para perceber claramente como é importante a gente repensar rapidamente o processo de ensino aprendizagem, como precisamos aproximar o fazer de nossas escolas, de nossas faculdades, ou pensando de uma maneira mais ampla, como é necessário criarmos ambientes (formais ou informais) de ensino onde os jovens possam fazer, criar, inventar e compartilhar.

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MakeDay realizado no Crialab-PUCRS,  por Felipe Kühne

E é pensando nisso que pensei em dar umas dicas de como começar um espaço maker. Vamos lá? Bom quando se fala em MakerSpace, impressoras 3D, cortadoras a laser, kits de prototipação, são certamente uma das primeiras palavras que a gente escuta né? Mas afinal de contas o que é realmente preciso para se ter um espaço Maker?

 

No movimento maker, a máxima de menos é mais também é válida. Muitas vezes escolas tentam montar o espaço pensando principalmente no equipamento quando o mais importante é pensar nas necessidades reais da sua comunidade e ter pessoas que queiram fazer desse, um espaço de criação, invenção e compartilhamento.

Outro aspecto importante: o movimento não está limitado a programação e eletrônica mas também é composto de outras áreas como por exemplo reciclagem, marcenaria. O movimento maker faz uso da criatividade e tecnologia, pode ser simplesmente por diversão mas também pode servir para resolver problemas reais da comunidade na qual ele está inserido (escolas, universidades, união de moradores…)

Dá uma olhada no que conseguimos fazer para apresentar o movimento maker, a partir de uma oficina de quatro horas para 60 crianças/adolescentes: mesas, cadeiras, alguns computadores, post-its, canetas e kits básicos de prototipação (Arduino, leds, resistores, protoboard  e alguns fios). Apresentamos conceitos de programação, ideação, brainstorming, eletrônica e prototipação.

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Make Day realizado no Crialab – PUCRs, por Felipe Kühne

 

Esse pode ser o ponta pé inicial mas se de repente tem alguém que conhece de reciclagem ou de marcenaria, o movimento pode começar por ai. Agora se você já tem uma galera disposta a fazer parte de espaço mão na massa, tem o espaço aqui vai uma pequena dica de posts e listas para te ajudar a começar um espaço maker:

Em um próximo post falo de dicas para você que quer começar no mundo maker, que cursos fazer, o que estudar, por onde começar. Segue o blog ou a página no Facebook para receber as novidades sempre!!!

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2 thoughts on “começando um espaço maker”

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